ATMOSFERA RAREFEITA A FICÇÃO CIENTÍFICA NO CINEMA BRASILEIRO LIVRO NOVO

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ATMOSFERA RAREFEITA A FICÇÃO CIENTÍFICA NO CINEMA BRASILEIRO LIVRO NOVO

Original, nacional, novo

Assunto: Livro Sobre Filmes De Ficção Cientifica Feitos No Brasil

Livro em português do brasil, publicação nacional

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ATMOSFERA RAREFEITA A FICÇÃO CIENTÍFICA NO CINEMA BRASILEIRO

 

 

Autor:alfredo suppia

Acabamento: brochura

Miolo: 384 págias pb + 16 páginas coloridas

Formato: 14,0 cm × 21,0 cm

Isbn:978-85-7532-547-6

 

 

 

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Novo livro de não ficção é estudo original e inédito, sem par na história das pesquisas de cinema ou de ficção científica no brasil e no exterior. Seu autor é autoridade reconhecida internacionalmente.

 

Atmosfera rarefeita oferece pela primeira vez uma história crítica do cinema brasileiro de ficção científica em curta e longa-metragem, das primeiras manifestações do gênero na filmografia brasileira até os casos mais contemporâneos. Nesse percurso, o livro investiga um mosaico de questões relativas ao desenvolvimento do gênero ficção científica no cinema brasileiro, seus principais obstáculos, desafios, superações e especificidades.

 

Um dos gêneros mais rentáveis do cinema industrial, a ficção científica é identificada com cinematografias economicamente poderosas. Ao longo de toda a história do cinema, ela tem gerado não apenas superproduções espetaculares e impulsionado o avanço tecnológico da sétima arte, mas também apresentando especulações provocativas a respeito da humanidade em sua relação com o presente, passado e futuro, com hipóteses de alteridade e com toda uma variedade de transformações e desafios configurados pela ciência e tecnologia.

 

A comparação com outras cinematografias nacionais é inevitável, no sentido de que o cinema de ficção científica surge aqui como um gênero notadamente vasto, heterogêneo e multiforme, muito além dos populares blockbusters, repletos de efeitos especiais sofisticados, visualmente impactantes.

 

Mas para além de uma noção conservadora de gênero cinematográfico, a ficção científica se oferece como interface de análise de um amplo conjunto de filmes, uma arena de debates sobre a sociedade brasileira, sua relação com a ciência e a tecnologia e a produção nacional de artefatos culturais. Nesse sentido, o cinema brasileiro de ficção científica se apresenta como importante plataforma para a investigação da “cultura nacional”, da história do país e de suas mais notórias contradições, produto de uma “modernização conservadora” assombrada pelo antagonismo entre vetores arcaicos e ondas progressistas.

 

Atmosfera rarefeita comprova a existência do cinema de ficção científica fora de hollywood, bem como a pertinência de um debate mais detido sobre as manifestações do gênero no cinema brasileiro, latino-americano e mundial. Ao enfocar o cinema brasileiro e latino-americano de ficção científica, atmosfera rarefeita resgata a vocação universalista da ficção científica audiovisual.

 

Resultado de uma pesquisa inédita, atmosfera rarefeita: a ficção científica no cinema brasileiro oferece uma história crítica e delimita um território até então inexplorado, levanta questões sobre as peculiaridades dessa produção e os eventuais obstáculos ao seu desenvolvimento, além de examinar a configuração do gênero em outras cinematografias nacionais.

 

O livro apresenta 16 páginas de raro material visual relativo às produções nacionais de ficção científica que ele discute.

 

Elogio a atmosfera rarefeita, de alfredo suppia:

 

“o livro atmosfera rarefeita mostra o talento de um pesquisador de fôlego, verdadeiro arqueólogo a desencavar preciosidades e mostrar tendências insuspeitas e promissoras para o cinema brasileiro, a partir da instigante perspectiva da ficção científica. O livro contribui, assim, para a contextualização do gênero no cinema brasileiro, além de indicar possíveis perspectivas temáticas tanto para a ficção científica, como para o cinema feito no país.”

 

— marcello simão branco, co-autor do anuário brasileiro de literatura fantástica, é professor da universidade federal de são paulo (unifesp).

 

Sobre o autor:

 

O prof. Dr. Alfredo suppia leciona cinema da universidade federal de juiz de fora (ufjf). É membro da sociedade brasileira para os estudos do cinema e do audiovisual (socine) e da science fiction research association (sfra). Ganhador do prêmio mary kay bray 2011 (de melhor resenha de filme original em língua não-inglesa) e terceiro colocado no prêmio jamie bishop 2012 (de melhor ensaio crítico original em língua não-inglesa), é autor dos livros a metrópole replicante: construindo um diálogo entre metropolis e blade runner (2011) e cinema(s) independente(s): cartografias para um fenômeno audiovisual global (2013). Suppia também criou a primeira revista acadêmica (eletrônica) brasileira voltada ao estudo da ficção científica e fantasia: zanzalá.

Sobre a coleção enciclopédia galáctica:

 

Em 2010, a devir livraria inaugurou a coleção enciclopédia galáctica, destinado a obras de não-ficção voltadas para a discussão, análise e registro dos gêneros ficção científica, fantasia e horror na literatura, quadrinhos, jogos, cinema e televisão. O selo busca fomentar a produção crítica a respeito desses gêneros e formas de expressão, em um momento em que cresce muito o interesse pela ficção científica, fantasia e horror no ambiente acadêmico e literário nacional.

 

O primeiro livro da coleção foi visão alienígena: ensaios sobre ficção científica brasileira, de m. Elizabeth ginway, brasilianista e professora de língua portuguesa e literatura e cultura brasileira na universidade da flórida (em gainesville). Ginway, a principal pesquisadora mundial de ficção científica brasileira, é autora do respeitado estudo ficção científica brasileira: mitos culturais e nacionalidade no país do futuro (devir, 2005).

 

A enciclopédia galáctica também publicou quatro edições do anuário brasileiro de literatura fantástica (2010 a 2013), dos autores cesar silva e marcello simão branco. O anuário é o principal registro e comentário do desenvolvimento anual das literaturas de ficção científica, fantasia e horror no brasil.

 

 

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